Parceiros e Investidores
O Clinical Corvus está construindo uma camada de inteligência de workflow acima do EHR, voltada para times de cuidado agudo. O foco é reduzir carga cognitiva e melhorar consistência em rounds, handoff e decisões que exigem checagem de evidência.
Por que agora
- Overload cognitivo e fragmentação de informação seguem sendo gargalos reais.
- Integração profunda é lenta; times adotam soluções paralelas (shadow IT).
- Confiança e privacidade viraram requisitos, não “nice-to-have”.
Diferenciais (alto nível)
- Valor sem integração: copy/paste + documentos como wedge de adoção.
- Controle do clínico: check-to-accept como comportamento padrão.
- Postura de confiança: privacidade-first e respostas auditáveis quando evidência é solicitada.
- Moat técnico (alto nível): orquestração multi-agente + recuperação híbrida + estado determinístico de episódio.
Piloto: o que comprovar
Um bom piloto deve responder algumas perguntas práticas:
- Impacto no workflow: o time monta o quadro do paciente e rascunha o plano mais rápido, com menos retrabalho?
- Confiabilidade do handoff: os rascunhos de I-PASS ficam consistentes, editáveis e com menos omissões?
- Utilidade de evidência: quando a equipe pede evidência, as fontes são relevantes e fáceis de checar?
- Confiança e controle: os clínicos revisam e editam rascunhos (em vez de aceitar no automático)?
- Aderência operacional: encaixa nas restrições de privacidade, governança e documentação do cenário alvo?